29/08/2013
03/07/2013
Quem é Vivo, sempre aparece, mas quase nunca resolve!
Desde sábado que temos aqui em casa
problemas com a internet e com o fone fixo: hora funciona a internet, hora o
fone, hora nenhum dos dois.
No domingo liguei na Vivo (ex-telefônica) para
tentar solucionar o meu problema, passei pela bateira de gravações de sempre e
finalmente fui atendido por uma pessoa, que disse que o problema era na rede e
que em 48hs um técnico me atenderia em casa, para resolver a questão.
Por incrível que pareça o técnico veio na
segunda-feira, as 09:30hs! Ele testou o moldem, subiu no poste onde tem a
caixinha preta do fone fixo, subiu no poste da rua... e disse que o problema
era na porta X da central. Ele telefonou, acredito que para tal central, e um
minutos estava tudo resolvido! Inacreditável! Pô que atendimento!
Mas as horas foram passando e ao anoitecer
o fone ficou mudo e a internet foi pras pica!
Torna eu a ligar na Vivo e passar pela
porra da bateria de perguntas do robô, até que um ser humano me atende: explico
para ele a situação, digo que o técnico veio e fez isso e aquilo e ele me pede
que aguarde, pois ele iria realizar um teste na linha para verificar o
problema... e lá vem a pérola: "senhor, realizei o teste e constatei que
há um fio desencapado na rede, no lado externo de sua residência..."
CARALHO! Que máquina será que ele usa para fazer esse teste? Ele, sentado num
callcenter, conseguiu fazer um teste e saber que há um fio desencapado do lado
de fora da minha casa! Essa foi demais! Acho que esses caras têm uma lista de
desculpas esfarrapadas para darem, só isso explica essa resposta esdruxula!
Depois ele disse que em 48hs blá, blá,
blá... Isso na noite de segunda.
Terça acontece o bizarro: com o telefone
mudo, a internet volta a funcionar! O legal é que ninguém conseguiu explicar
como isso foi possível.
Hoje ligamos pela manhã... bateria de
perguntas do robô... explica tudo novamente para o atendente... e que em
48hs....
OBS: Para as empresas que estão nas redes
sociais e que pensam que é só criar um perfil e fazer o que bem entender, está
aqui um exemplo a não ser seguido:
Aí vem o Esdruxulo
II - A Missão Continua! Minha irmã tentou pedir ajuda via o perfil do twitter
da Vivo - @VivoOn - logo esse perfil começa a segui-la e pede a minha irmã que
os sigam de volta, para que pudessem ajudar. Minha irmã se recusa a segui-los
e, adivinhem? O perfil da Vivo deixa de segui-la e esquece o caso... ou seja,
se não segui-los, não há ajuda. Péssimo exemplo de atitude numa rede social.
Na tarde de hoje apareceram dois técnicos
aqui em casa! Olha isso, que incrível! Eles subiram no poste, debateram onde
poderia ser o problema, acusaram o moldem, depois o roteador, ligaram para o
primeiro técnico que veio aqui na segunda feira, que disse a eles que o
problema era na tal porta X da central da casa do cacete... enfim: conseguiram
resolver o problema, mas o complicado é que nos disseram que, se caso o
problema volte, que ligassem para eles e não para a central da Vivo.
Nem eles acho que aguentam os robôs
perguntadores.
E acho que eles não resolveram o problema,
só pediram para que o problema dê uma volta por aí e, caso o problema bata a
minha porta, que entre em contato.
Fala sério, olha quanta gente envolvida para
resolver um problema que, aparentemente, só um resolveria.
Não sei se falta vontade ou competência ou
os dois! Só visitar não resolve, tem que solucionar o problema!
19/05/2013
O macaco não vê o próprio rabo
Freses de Aécio Neves:
“o Plano Real (lançado por FHC na
gestão de Itamar Franco) foi o maior programa de transferência de renda da
história brasileira”.
OBS: o Plano Real, primeiramente
idealizado como Plano Bacha, tem como mentor o Edmar Bacha, que integrava a
equipe de economistas do FHC, que foi quem ficou com a fama. E esse papo de
'transferência de renda', para quem que foi transferida esse renda? Para os
mais pobres é que não foram.
outra frase:
“Fomos o partido da estabilidade
econômica, o partido das privatizações que tão bem fizeram ao Brasil."
OBS: privatizações que tão fizeram
bem... aos empresários que as compraram! Se lerem qualquer livros sobre as
privatizações verão que todas elas tiveram investimentos do governo antes da
venda e todas elas foram compradas com dinheiro emprestado do próprio governo
que as vendeu. Se isso é dar certo, então que diga que deu certo para quem
comprou. Fora que todas elas foram vendidas por um valor menor do que o valar
que elas realmente tinham.
![]() |
| Saiba mais sobre as privatizações |
outra frase:
"Não vamos enfrentar apenas um
partido, mas um partido que se encastelou no poder”
OBS: Isso é uma piada, já que em São
Paulo o PSDB está há, pelo menos, 12 anos no poder, ou seja, não é diferente do PT,
é um 'encastelamento' igual!
Na boa, estaremos fodidos enquanto
esses pilantras (PT & PSDB) se revezarem eternamente no poder!
Matéria completa no G1 (clique e leia)
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| 12 anos no poder em São Paulo e reclamam do "encastelamento" do PT. Com que direito reclamam, se fazem o mesmo? |
28/04/2013
Isto é decrépito
A
foto da capa da Revista Isto É (edição de 01/05/2013) faz uma associação
totalmente infeliz: associa o menor criminoso à prática do skate.
Hoje
os skatistas brasileiros são referência no esporte, e lutaram muito para
conquistar isso. No documentário Vida
Sobre Rodas (abaixo) é possível ver a evolução do esporte no Brasil e do respeito
adquirido, ao longo dos anos, por seus desportistas.
A
foto da Revista Isto É faz lembrar-nos do ex-prefeito alcoólatra Jânio Quadros,
que no ano de 1988 proibiu o skate no parque do Ibirapuera, a princípio, logo
mais ampliando a proibição para toda a cidade de São Paulo.
Quando
algum jovem era pego andando de skate, a polícia o encaminhava à delegacia, o
skate era apreendido e os pais do “criminoso” tinham que comparecer para retirá-lo.
Parece piada, mas não é.
Numa
mão um skate, na outra uma arma; e na cabeça do responsável pela produção da
foto, uma infelicidade.
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| Banner no site www.istoe.com.br/capa |
16/04/2013
Cantiga da aranha
A inspiração é algo interessante:
enquanto olhava para o teto, pensando nos trabalhos da por... da maravilha da
pós, fiquei observando uma aranha que apareceu do nada... Daí saiu esta
cantiga:
Quero
saber, quem vai falar
quem
foi que ensinou
a
dona aranha a costurar
Quero
saber, quem vai dizer
quem foi que ensinou
a dona aranha a tecer
Sobe e desce, tece a teia
a dona aranha não enrola
sobe e desce, tece a teia
não emaranha e não embola
Quero saber, quem vai dizer
quem foi que ensinou
quem foi que ensinou
a dona aranha a tecer
Sobe e desce, tece a teia
a dona aranha não enrola
sobe e desce, tece a teia
não emaranha e não embola
Quero saber, quem vai dizer
quem foi que ensinou
a
dona aranha a tecer...
18/03/2013
Direitos ou Deveres Humanos?
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| Direto: alguém espera que um outro faça a ele. |
Outro
dia me deparei no Metrô/SP com esta campanha: Olhe ao Redor.
O adesivo estava logo acima do
banco azul, o reservado. Qualquer um faz uma rápida associação: respeite este
local, cumpra a lei, ceda o lugar...
A
campanha, que propõe às pessoas a olharem ao seu redor, olhar com compaixão para
o próximo, é dos governos estadual e municipal de São Paulo, para a promoção
dos Direitos Humanos, ou algo assim.
Só
que um detalhe me chamou a atenção: a frase diz “Respeito, também é Direitos
Humanos”; fiquei na dúvida se respeito é direito ou dever. E pensando sobre,
cheguei a conclusão de que respeito não pode ser um direito, deve ser um dever!
Deveres Humanos, essa sim é a ideia.
Pense
da seguinte maneira: respeito é um direito, ponto. Então saio eu de casa e
exijo, porque eu tenho o direito, que as pessoas me tratem com respeito. Vendo
por esse lado, todos têm que me tratar bem e todos esperam o mesmo dos outros,
ou seja, ninguém faz nada por ninguém, a lei é sempre para que o outro cumpra-a.
Acredito que por isso na sociedade impere o desrespeito.
Agora,
se respeito fosse um dever: saio eu de casa sabendo que respeito é um dever,
então trato bem as pessoas e, tendo a mesma noção que eu, as pessoas também me
tratam com decência e aos outros também... Numa lógica espiral e simples, todos
se respeitarão.
Isso
está longe de acontecer, porque para que isso se torne real é preciso que se tenha o respeito como um valor humano, não como uma atitude que surge da
obrigação de uma lei, de um direito que se tem sobre o outro.
Todos
nós temos direitos, mas antes temos deveres e enquanto os direitos vierem antes
dos deveres, será essa baderna, todo mundo achando que o outro é que tem que cumprir primeiro.
E
que se cumpram os DEVERES HUMANOS.
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| Mais que um direito, respeito é um dever! |
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| Igualdade não se faz com leis, se faz com educação. |
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| Acessibilidade sim, se faz com leis, mas os empresários estão cagando e andando para isso. Não gastarão dinheiro para criar acesso a todos. |
Ninguém é mais BBBesta
Apesar
de escreverem CENSURADO no título do vídeo, não acho o fato de não o exibirem na
TV, uma censura.
Todas
as pesquisas feitas pelos veículos de comunicação, sobre programas, artistas ou
política, alias, nas propagandas políticas esta prática é muito comum:
entrevista-se um monte de gente e mostra-se somente as respostas positivas.
Tudo que é negativo, lima-se.
O
que este vídeo demonstra é que não adianta mais saírem por aí forjando
pesquisas, porque, graças à tecnologia, qualquer um pode filmar o que um
apresentador ou jornalista estiver fazendo na rua e depois jogar essa filmagem na internet, que
é o que aconteceu nesse caso.
Censura
é outra coisa.
Este
vídeo tem grande importância porque é uma pessoa comum desmascarando uma corporação
gigantesca. E este vídeo virou um viral.
O
discurso não é mais unilateral. Que se espalhem cada vez mais esses vídeos e
essas atitudes!
O primeiro vídeo que deu origem a essa postagem
foi removido. Então procurei outro e fiz o upload.
13/03/2013
Papa Chico
Fé
de mais não cheira bem... Mas Papa argentino, até que cheira!
Pensem
na grande oportunidade que a igreja católica perdeu, quando não escolheu para Papa
o brasileiro.
Pense:
somos a sexta maior economia do mundo, já fomos para o espaço (como
astronauta), temos trabalhadores em regime de escravidão (potenciais clientes
da fé), tivemos Panamericano, teremos Copa do Mundo, Olimpíadas... Nós somos o
futuro!
A
igreja católica está perdendo share de
mercado aqui, na Ilha de Ver(lh)a Cruz: as religiões evangélicas crescem,
multiplicam-se e faturam, faturam, faturam, cada vez mais, trocando dinheiro à
vista por milagres a um prazo muito, muito, muito longo.
Os
bispos chegam a travar batalhas “dinheirológicas” pela TV, na tentativa de angariar
mais e mais e mais fiéis. Cada tubarão puxa a sardinha para o seu lado.
Fecha-se
um boteco, abre-se um templo quadrangular da graça não sei das quanta, e com os
mesmos clientes, incrível isso!
E
os católicos... Bucólicos, na verdade.
Perderam
a chance de reconquistar mercado, sem precisar caçar e queimar ninguém na
fogueira! Que chance desperdiçada. O marqueteiro do conclave é muito fraco.
Imaginem
quantas dancinhas novas o Padre Marcelo Rossi poderia lançar, para impulsionar
as vendas litúrgicas. E os brinquedos santos que poderiam ser inventados: Lego
Maquete do Vaticano, crucifixos coloridos para a molecada (ou meninada) Emo,
fantasias de Papa, bonequinhos tipo mini craques, putz, seria demais! Mas não
foi.
Na
verdade foi é bom o Papa escolhido não ser o brasileiro. Tudo o que não
precisamos é de afirmar uma religião, seja qual ela for.
Cada
um que acredite na que quiser e em quantas quiser. A verdadeira benção é o sincretismo
que por aqui impera!
Boa
sorte ao vizinho, Papa Chico.
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| Por que ter uma se posso ter várias? |
06/03/2013
Da Proteção do Trabalho do Menor
De
2000 para cá a lei proíbe que o menor de 16 anos trabalhe com carteira
assinada; salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos, ele arruma um
contratinho meia sola. Isso para a sua proteção... Ou será que é para baratear
a mão de obra?
Bem,
tirei a CTPS com 13 anos e consegui que a assinassem aos 14. Não morri por
conta disso, muito pelo contrário.
Essa
proteção ao menor só gera informalidade.
![]() |
| O primeiro de muitos! |
Título III
Capítulo IV
Seção I
Art.
402.
Considera-se menor para os efeitos desta Consolidação o trabalhador de quatorze
até dezoito anos. (Alterado pela L-010.097-2000)
Art.
403. É
proibido qualquer trabalho a menores de dezesseis anos de idade, salvo na
condição de aprendiz, a partir dos quatorze anos. (Alterado pela
L-010.097-2000)
Parágrafo único. O
trabalho do menor não poderá
ser realizado em locais prejudiciais à sua formação, ao seu desenvolvimento físico,
psíquico, moral e social e em horários e locais que não permitam a freqüência à
escola. (Alterado pela L-010.097-2000)
05/03/2013
Corrente da Felicidade (de quem?)
Vamos lá:
pelo que
entendi, eu chego para comprar um sorvete e ele já está pago. Então eu pego o
dinheiro que pagaria meu sorvete e deixo outro sorvete pago para o próximo, que
faz a mesma coisa... Ou seja: só a primeira pessoa não pagou o sorvete.
Todos os
seguintes pagaram o sorvete da dita corrente, com o dinheiro que pagaria o
próprio sorvete?
Essa
corrente é uma furada!
Bem, a
publicidade moderna não está aí para desenvolver grandes pessoas. Está nessa
para desenvolver grandes marcas! Que bom...
25/01/2013
Aniversário de São Paulo
Alguns
poemas que fiz inspirados nessa cidade que não para, que desumaniza pessoas, humaniza
animais, cansa a vida, mas que ao mesmo tempo acolhe e cria oportunidades.
Sampacaosmopolitana
Impressões de São
Paulo – Liberdade
Anunciação
Loucomotiva
Estrela (de)cadente
Pombas
Poesia prum dia
chuvoso
Vila das Belezas
Compostagem
Canibalismo Capital
Pedro (ou A
Procissão)
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| Veja o sol dessa manhã tão cinza... |
30/12/2012
Por um real ano novo
Disse um
filósofo que a primeira bomba atômica foi lançada sobre a Terra quando a
esperança de uma vida boa, próspera, de convivência pacifica e justa foi
lançada ao céu, a um lugar que não este em que vivemos.
Quando a
prosperidade deixou de habitar o planeta e passou a ser vista como algo divino,
algo a ser alcançado numa "vida" além-vida, passamos a deixar de lado
nossa realidade para crer num paraíso lúdico, perfeito e divino. O “agora” se
resumiu em penitência e servidão.
Espero que em
2013 (e nos anos posteriores) as pessoas entendam que podemos e somos capazes
de construir algo melhor, que podemos viver bem o "agora", com
dignidade, sem esperar pelo futuro e, muito menos, um paraíso divino, distante.
Temos que
construir uma sociedade justa, agora.
Todo paraíso é
platônico.
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| Pegaram Jesus pra cristo! |
29/12/2012
Coleção Folha Legendas Tocas
Vou lançar a Coleção Folha Legendas Tocas!
Geralmente as fotos publicadas nos jornais são acompanhadas de uma legenda. Essa legenda geralmente faz alguma observação sobre a foto ou é contida de alguma ironia, filosofia, algo que provoque o leitor a pensar sobre a imagem.
A legenda é boa quando a imagem retrata algo, a legenda diz outro algo e os dois criam uma terceira impressão sobre o assunto proposta na matéria.
Tenho como página inicial do meu Browser o site da Folha.com, pelo qual tento me manter informado das "notícias" sobre os mais variados assuntos.
A Folha anda pisando na bola quando o assunto é legenda. Ela simplesmente descreve a foto, coisa que é desnecessário, já que a imagem retrata a situação.
Acredito que elas sejam escritas por estagiários ou jovens jornalistas, que mais fumaram unzinho e beberam na faculdade do que se preocuparam em estudar comunicação. Um jornalista experiente não escreveria essas besteiras (acho).
Abaixo tem alguns exemplos:
| Poderia ter escrito: Calor intenso no litoral paulista. Veja a previsão do tempo. |
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| Essa é bizarra! Essa postei no Twitter e 5 mim depois trocaram a legenda. Veja abaixo: |
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| Melhorou muito! O estagiário foi rápido. |
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| Essa é esquisita: o que interessa é o vandalismo ou o cara fumando? |
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| Quem é mais óbvio: a legenda ou o meteorologista francês? |
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| É meio óbvio que a lentidão no trânsito foi causada pelo excesso de veículos. Que tal assim: Tantos milhões de veículos descem ao litoral paulista. Veja as condições das estradas. |
| Mulher celebra o ano novo... só ela que celebrou. |
| Veja bem, "danificados" acredito que não seja a palavra ideal... Os edifícios foram DESTRUÍDOS! Isso sim. |
| Ah, é uma televisão, ainda bem que avisou, senão eu nem ia desconfiar. |
Conforme a Folha for falhando, aumento minha coleção!
| A notícia é o homem observando o foguete. O lançamento mesmo não tem importância alguma. Essa é do dia 30/01/2013 |
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| Jogadores disputam bola no clássico... fala sério, a pessoa que escreveu isso espera que os jogadores de futebol disputem o que? |
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| Essa é tipo pegadinha: onde está a mulher? Sim, é aquela de burca, mas como saber se ela está olhando, entrando ou sei lá o que? |
27/12/2012
Fim do Mundo, O Vídeo
Os Poetas do Tietê apresentam:
Fim do Mundo, O Vídeo
http://poetasdotiete.blogspot.com.br/
05/12/2012
25 de Março e São Dimas
Uma
cena hoje me chamou a atenção: estava eu subindo a rua em que trabalho, voltando
do almoço, e passaram correndo por mim alguns camelôs, fugindo do rapa. Normal
para a região, bairro da Luz, arredores da 25 de Março.
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| Não, não é uma Micareta. É o dia a dia na 25. |
Eram
três ambulantes: o primeiro com um tabuleiro de morangos, os outros com
tabuleiros de frutas. Pedaços de melancia e abacaxi fresquinhos. Caminhei mais
um pouco e vi outro, que foi pego e teve sua mercadoria apreendida. Vendia
coco. Num dia de calor paulistano, uma aguinha de coco é muito bem vinda.
Todo
mundo, e por que não dizer todo “o mundo”, sabe que a região da 25 de Março é o
paraíso das compras. Muita mercadoria barata e de todo o tipo. E todo mundo
sabe que toda aquela oferta é barata porque é contrabandeada, e muita coisa é falsificada.
Tudo ilegal, sem carga tributária, sem direitos autorais, sem direitos de
marca, sem direito nenhum. E por que não dizer que esse é o “sonho neoliberal”,
já que não existe a intervenção do Estado naquela zona e ninguém precisa
justificar nada a ninguém? Aliás, existe sim a presença do Estado: apreendendo mercadorias de camelôs que ficam espalhados pelas calçadas.
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| Lego falsificado |
Apesar
da prisão do “empresário” Law Kin Chong, dono da lendária Galeria Pagé, a ilegalidade
continua e aumenta cada vez mais. A quantidade de estrangeiros naquele comercio,
a maioria de chineses, também é impressionante. Um colega meu de trabalho viu
um anúncio curioso por lá: “Precisa-se de Bolivianos”, dizia uma placa; ou
seja: precisa-se de gente que trabalhe muito, não fale nada e que aceite ganhar
esmola. Coisas de potência econômica emergente: se não tem IDH (Índice de
Desenvolvimento Humano), então que tenha mão-de-obra semiescrava, para valer
alguma coisa.
Voltando
a cena que vi, se você parar para analisar, os camelôs que fugiram do rapa (os agentes
do Estado), e tiveram seus tabuleiros apreendidos, eram brasileiros vendendo
frutas, produtos verdadeiramente naturais que, obviamente, não eram
falsificados; ou será que é possível falsificar um coco? Eles também não pagam nenhum
tipo de imposto, mas suas ofertas mirradas não atrapalham em nada o comercio
local (que em sua maioria é ilegal). O que justifica apreenderem as frutas que
os camelôs vendiam enquanto todo o resto daquela ilegalidade acontecia sem nenhum
problema, como se fosse a coisa mais natural do mundo? A única resposta que
tenho é que muita gente GRANDE ganha MUITO dinheiro com isso.
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| Fruta original? Não, isso não pode! |
Brasileiro
vender frutas na rua deveria ser a atividade mais natural do mundo, mas não, na
região central, ser estrangeiro e vender contrabando é que é corriqueiro, comum.
Ver
brasileiros tendo suas mercadorias presas enquanto estrangeiros vendem produtos
ilegais numa boa, de certa forma protegidos pelo Estado, é para ficar indignado.
Não sou xenófobo, não tenho nada contra estrangeiro algum, mas também não acredito
num mundinho Imagine, do John Lennon.
O
curioso é que 25 de março é dia de São Dimas, conhecido na tradição católica
como o “bom ladrão”, um criminoso que se arrependeu de seus feitos maus e que
passou a converter outros contraventores.
Para
converter a 25 de Março, com certeza, São Dimas precisará de um batalhão de
santos para conseguir (se é que é possível convertê-los).
A
ilegalidade propagada via internet:
12/11/2012
Publicidade legalize
LEGALIZE TOTAL! \o/ A
maconha caminha em silêncio para a legalização!
Você percebeu?
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| Queimando tudo com a rapaziada, menos o filme! |
Há algum tempo atrás vi nas
redes socais um folder do show do Planet Hemp, banda que que, todo mundo já está careca
de saber, "luta" pela legalização da maconha; até aí, nada de novo (e
nada contra também).
Mas um detalhe me chamou a
atenção: no folder estava estampado o símbolo e o logotipo da Chevrolet! Isso
quer dizer que uma marca tradicional, símbolo da indústria, do progresso, americana
coisa e tal, conservadora piririm pororom, apoiava o evento em destaque, evento
que era o show musical do Planet Hemp, “defensores” da maconha.
Indiretamente a marcar GM
diz: maconheiros, “é nóis”! E dizem isso porque pensam em números: esse público
é grande, tem grana, e queremo-los!
Hoje (domingo 11/11/2012) estava
eu com amigos e familiares num bar da ZN, tomando várias, pra variar, e eis que
entram duas promoters (gostosíssimas, com coroa de princesa e tudo mais). Não
imaginávamos o que elas estavam promovendo, até chegaram à nossa mesa: fizeram
algumas perguntas, tudo na maior das maiores descontrações e anunciam o produto
anunciado: Bàli-Hài Paper....
Ok, o que é Bàli-Hài Paper?
É nada mais nada menos do que papel para enrolar tabaco, fumo...
Aí eu me pergunto: quem é
que hoje, com marcas e mais marcas de cigarros sendo oferecidas em qualquer esquina,
quem é que enrola tabaco? Além dos tiozinhos que fumam cigarro de palha, quem é
que enrola fumo? (fumo = tabaco)
![]() |
| Nem meu vô enrola mais o tabaco! |
A resposta é: ninguém! Mesmo
se alguém falar, “ah, eu enrolo meu tabaquinho, prefiro”, ainda sim é um número
muito pequeno de consumidores. O foco da empresa, com certeza, são os que puxam
um fuminho, a perninha do grilo, um Bob. Não creio que a Bàli-Hài Paper queira
mudar o hábito de quem compra cigarro em maço.
Quem compra papel para
enrolar tabaco, na boa, todo mundo sabe, que é pra enrolar fumo (fumo =
maconha). Cada um cada um, nada contra
quem dá uns dois. Isso não é problema meu, e nem é um problema pra mim.
Mas é curiosos como a
indústria se move em "silêncio" para atingir os mais diversos nichos.
Não importa se é legal ou ilegal, se a galera “curti”, gosta, acha cool, acha
legal, então é vendável e se é vendável deve ser comercializado!
Aí eu entro no site dos
caras balihaipaper.com.br e tem todo um clima vintage (que é cool e está na
moda), com surf music tocando e tudo mais e concluo: maconheiros, a legalização
caminha para ser concretizada! Se a indústria indiretamente colabora e ganha
grana de maneira legal com isso, então a clandestinidades está
"próxima" do fim.
Quando a publicidade absorve
algo e divulga é porque esse algo interessa muita gente que tem poder e quer
ganhar mais grana; e as coisas mudam quando o interesse desses grupos, desses
lobbys, estão em questão.
Maconheiros comemorem, a
maconha caminha para a legalização!
Legalize it!
Peter Tosh
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