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22/05/2019

Leia poesia


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@ABPoeta


12/04/2018

Pablo Escobar - ascensão e "queda"...


(Quando o homem vira mito)


Algo curioso que me aconteceu:
 
O livro
Estava eu no metrô de SP, sentido jabaquara, lendo um livro, na minha. O livro era sobre o Pablo Escobar. A princípio, uma biografia, mas era muito mais sobre os narcotraficantes da época, tendo o Pablo como fio condutor da história.

Próximo de chagar à estação Sé, um senhor, vestido com a camisa de seleção argentina de futebol, veio até em mim e disse (vou parafraseá-lo, pois ele falou num misto de espanhol e português): “é sobre Pablo? (digo que é) Muito bom, ele muito bom... É meu patrão, meu patrão... Muito bom... Tchau”. Despediu-se e foi, aparentemente feliz.

Fiquei um tanto impressionado com isso.


xxx


Depois que isso aconteceu e relatei nas redes sociais, mais uma vez, para a minha surpresa, houve uma interação: o perfil do twitter @PabloEscobarJr deu um like na postagem! Pelo visto, o mito do Escobar vai durar muito ainda.








31/03/2016

Língua queimada


Queima a língua
dentro da boca
Trem lotado
de palavrões

Muita saúva
com pouca cultura
os males do Brasil são


E a luz que havia
na estação
e que quase ninguém viu
o fogo veio, a consumiu



Incêndio no Museu da Língua Portuguesa

15/09/2015

Expo Poesia Agora - Museu da Língua Portuguesa


Fui visitar a exposição "Poesia Agora" no Museu da Língua Portuguesa, que reúne aproximadamente 500 poetas contemporâneos brasileiros.

Havia uma das seções da exposição chamada "Desafio". A proposta da seção consistia em escrever um poema, sem utilizar uma das vogais do nosso alfabeto.

Desafio proposto, resolvi escrever um dos meus poemas. Depositei-o na urna da letra "A". Para minha surpresa, selecionaram e publicaram esse poema na exposição, nessa mesma seção.

Fiquei feliz por ser selecionado e por participar de algo que considero importante, porque muitos desses nomes ficaram para a posteridade.


Quem sabe o meu também fique!




A urna

O poema

Grato ao Fernando Bispo que fotografou e ao Paulo D'Auria que me avisou.

03/05/2015

quando fomos nuvens


quando fomos nuvens
viajamos por céus e cumes
passando mares e tormentos
cardume solto ao vento
somos o lume
do tempo



foto de Mariana Portela



@Mizebeb 


09/03/2015

acena


quero ser a sina
quero estar na cena
na memória da menina
pura flor açucena

AB



inspirado no texto do professor.




07/02/2015

Revistinha


   Olha que fato interessante que acabou de ocorrer:

   Sigo, alias, seguia, a Revista Bula no Twitter (@RevistaBula) por acha-la interessante e coisa do tipo.

 Eles publicaram quase agora (07/02/2015, aproximadamente as 10:55hs) a imagem abaixo, feita por eles, e no post eles pediam: “discorram”, ou seja, deem suas opiniões, mas não está claro se é sobre o assunto ou a imagem; ou até um trocadilho: discorram = des corram = corram de volta... algo assim. Mas acredito que essa última interpretação seja mais viagem minha.





   Como gosto de comunicação, prefiro sempre ver o acontecimento da forma mais ampla possível; mandei minha opinião, em duas “tuitadas”, já que o espaço no TT é curto.

  Fiz minha “analise” com base em: como o escândalo está sendo noticiado, em que pé estão às investigações e na imagem em si.

   E escrevi o seguinte:

1 - “estilo "facebook", pontual e sem profundidade. e nesse momento em que está aparecendo os governos anteriores, acho dispensável.”

2 – “na política, quando se acusa um ladrão, se absolve o outro: se o esquema vem desde 1997, o #PSDB tá nessa tbm!”

   E o que a revista fez? ME BLOQUEOU! Estou impedido de “segui-los”

   Fala sério...

  Isso mostra como a imprensa é tendenciosa e apoia determinados grupos políticos. As investigações estão chegando à origem e isso envolve o PSDB e o ilustre FHC. Mas a imprensa insiste em determinar que o esquema de corrupção seja de 2003 para cá.

  Pergunto, quem ganha com isso? A corrupção tem que aparecer, doa a quem doer!

  E se a Revista Bula pediu opinião de forma aberta, numa rede social, por que não aceitam a minha opinião?

  E acho até engraçado: no que minha singela opinião vai resultar? Não vai nem gerar o mínimo de discussão, não vai acontecer nada.

  Sou um grão de areia no mar da Internet, mas a atitude da Revista Bula se mostrou bem menor do que eu.


  Lamentável!


sugiro que mudem de nome, para "Revista Burla"


31/08/2014

Tchau Bienal


Fui na Bienal do Livro SP, que merda!

Os livros estão tão caros ou até mais do que nas livrarias.

traga sua bacia e sua paciência.
As promoções, R$10,00 a unidade, só foram feitas pelas distribuidoras, que querem desovar seus encalhes. Amontoam dezenas de livros, que vão desde receitas de bolo até biografias, e caso você dê sorte, encontra algo que preste.

Acredito que se é para divulgar as obras, ganhar leitores (público consumidor) e divulgar as livrarias, as promoções seriam imprescindíveis, o que não aconteceu.

Se é para pagar o mesmo preço que na loja, então compro na loja; ou compro em Sebo (que acredito ser a melhor das opções). E compro pela internet!

Mesmo assim ainda comprei 5 livros (nas promoções de 10,00, claro!) em três distribuidoras diferentes e, por incrível que pareça, nenhuma aceitou o Vale Cultura.

Obras como "A arte da guerra" de Maquiavel, que não sofre acréscimo de direitos autorais, já que o autor morreu no século XVI, estão sendo vendidas por, no mínimo, R$20,00 no formato pocket. Um livro desse provavelmente é impresso aos milhares, o que joga ainda mais o preço para baixo. Não tem por que custar tanto.

O clima de "grande evento da América Latina" acho que deu, para alguns escritores, mais o brilho de pop star do que de grande escritor.

A bienal não acrescenta em nada para quem realmente gosta de literatura e, pior, acho que não angaria novos leitores.

slogan manjado demais.

27/12/2012

26/09/2012

A desmetamorfose


Certa manhã, ao despertar de sonhos intranquilos, Gregório da Silva encontrou-se metamorfoseado em um... ser humano, com nada de monstruoso. Levantou-se, tomou café, saiu de casa para o trabalho, de ônibus, com saudades do tempo em que era um inseto...





17/09/2012

História Íntima da Leitura


O livro

História Íntima da Leitura é uma teia de narrativas que forjam uma história da literatura a partir da leitura, bem como de idiossincrasias, desejos e ausências. Trata-se de um livro em que 18 autores transitam entre os lugares da leitura e da escrita, para colocar o texto em tensão e diálogo com os papéis de leitores, livros e personagens, enveredando pela construção de uma biblioteca que reinventa a noção de intimidade. Ao narrar sobre a experiência fundante da leitura, essa espécie de emersão de si diante do outro – e, talvez, também de imersão do outro em si - História Íntima da Leitura inventa uma espécie de livro infinito, que convida o leitor a deixar suas marcas e inserir-se no texto, reescrevendo, a cada leitura, uma nova História.



O documentário





A editora


Editora Vagamundo se lança no cenário editorial brasileiro com o objetivo de dar voz a autores contemporâneos, nos mais diversos gêneros literários romance, conto, poesia, dramaturgia e literatura infanto-juvenil. Além de abrir as portas para a produção literária contemporânea, a Vagamundo nasce com o objetivo de ser uma editora feita por leitores e para leitores. Esse objetivo já transparece em seu primeiro lançamento, História Íntima da Leitura, tanto no que diz respeito à proposta da obra, quanto na aposta de envolver o público na construção de um trabalho colaborativo de significação e divulgação do livro. Os 18 autores desse trabalho inaugural acabam por constituir, de alguma maneira, o catálogo futuro da editora.


fontes e contatos:



@EdVagamundo



14/03/2012

Dia da Poesia



Ocidente
oriente
cruzados continentes

Pelo céu
pelos ares
cruzeiros pelos mares

Ninguém nota
mas o poeta com seu verso
de bolso em bolso
já girou por universos
no planeta deu a volta

Já teve mais importância
o artista sem ganância
já valeu uma nota!




Obedeçam o poeta...