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10/12/2022

Seleção de ouro



Agora que comeram picanha com ouro
voltarão cagando pepita.



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23/01/2017

Um capeta em forma de gari


Grafite não é grife
é assim que a coisa anda
com esse prefeito de elite
mero gari de propaganda

Tem muita gente que isso adora
porque a realidade desengana
acham mais gostoso ver o Dória
simular comercial de Doriana




07/02/2015

Revistinha


   Olha que fato interessante que acabou de ocorrer:

   Sigo, alias, seguia, a Revista Bula no Twitter (@RevistaBula) por acha-la interessante e coisa do tipo.

 Eles publicaram quase agora (07/02/2015, aproximadamente as 10:55hs) a imagem abaixo, feita por eles, e no post eles pediam: “discorram”, ou seja, deem suas opiniões, mas não está claro se é sobre o assunto ou a imagem; ou até um trocadilho: discorram = des corram = corram de volta... algo assim. Mas acredito que essa última interpretação seja mais viagem minha.





   Como gosto de comunicação, prefiro sempre ver o acontecimento da forma mais ampla possível; mandei minha opinião, em duas “tuitadas”, já que o espaço no TT é curto.

  Fiz minha “analise” com base em: como o escândalo está sendo noticiado, em que pé estão às investigações e na imagem em si.

   E escrevi o seguinte:

1 - “estilo "facebook", pontual e sem profundidade. e nesse momento em que está aparecendo os governos anteriores, acho dispensável.”

2 – “na política, quando se acusa um ladrão, se absolve o outro: se o esquema vem desde 1997, o #PSDB tá nessa tbm!”

   E o que a revista fez? ME BLOQUEOU! Estou impedido de “segui-los”

   Fala sério...

  Isso mostra como a imprensa é tendenciosa e apoia determinados grupos políticos. As investigações estão chegando à origem e isso envolve o PSDB e o ilustre FHC. Mas a imprensa insiste em determinar que o esquema de corrupção seja de 2003 para cá.

  Pergunto, quem ganha com isso? A corrupção tem que aparecer, doa a quem doer!

  E se a Revista Bula pediu opinião de forma aberta, numa rede social, por que não aceitam a minha opinião?

  E acho até engraçado: no que minha singela opinião vai resultar? Não vai nem gerar o mínimo de discussão, não vai acontecer nada.

  Sou um grão de areia no mar da Internet, mas a atitude da Revista Bula se mostrou bem menor do que eu.


  Lamentável!


sugiro que mudem de nome, para "Revista Burla"


20/09/2014

Os 7 passos do otário


Lá vai eu, na maior das inocências, tentar cancelar o serviço de internet da Vivo, através do site. Foi muito fácil! (isso em 13/09)

Segundo o atendimento virtual, o serviço seria cancelado em até 2 dias úteis. Quanta facilidade, quanta comodidade, quanta...



Quanta inocência...

Quando vejo na conta, lá vem os R$66,00 por 4Mb (que nem é isso de velocidade real).

Entro no site da Vivo e... O protocolo que me forneceram não existe!?



Ligo no 10315 (em 20/09) e a atendente confirma que o protocolo 20142087242022 realmente não consta no sistema.

Fala sério, se isso não é enganação, é o que então?

Segundo a atendente, que na minha visão fez novamente o pedido de cancelamento, agora o serviço de internet da Vivo será cancelado.


Assim espero.

06/07/2014

O futebol força e a ascensão do “perna de pau”


Gosto de futebol. Sou santista, mas sempre procuro assistir os jogos de meios e finais de semana, independente de quem jogue. E é notório que ultimamente os jogos dos campeonatos realizados no Brasil, seja ele qual for, estão duros... De se ver.

Com a saída em peso dos nossos craques para o estrangeiro, o nível técnico dos campeonatos caiu consideravelmente, descambou ladeira abaixo, para ser mais direto. Hoje nos contentamos com poucos craques que, depois de rodarem o mundo, voltam ao futebol brasileiro para encerrarem suas carreias, nos braços de alguma torcida.

O futebol tem muitos chavões que eu acredito que colaborem para essa entressafra técnica por qual passamos (e não tem previsão de acabar): coisas do tipo “bola pro mato que o jogo é de campeonato”, “ombro a ombro não é falta” e, o pior deles, “o futebol é um esporte de contato”, o que é uma lastima de se repetir e acreditar.
Esportes como o Rugby ou o futebol americano sim, esses são jogos de contato. Mesmo sendo esportes aparentemente “violentos”, o contato é regrado e existe a falta durante o jogo. Nem todo contato é permitido.

Malde pouca é bobagem!
Fazendo um paralelo entre esportes, o basquete é bem interessante: cinco jogadores gigantescos de cada lado e só o fato de um encostar a mão no braço do adversário, já é considerado falta. Caso a equipe faça mais de quatro faltas, terá como penalidade um lance livre da equipe adversária. Caso um jogador faça cinco faltas individuais, está fora do jogo! Ou seja, a falta é rigorosa e beneficia o espetáculo, ao contrário do futebol, que é utilizada como arma de defesa, principalmente pelos times e jogadores menos técnicos.

Claro que no basquete há o contato corporal, choques feios até, pois não há como dez atletas enormes correm para todos os lados dentro de uma quadra relativamente pequena sem se trombarem, mas esse contato físico não é entendido como uma espécie de sub-regra, como é no futebol.

Antes do começo da copa, no amistoso disputado entre Itália e Irlanda, o jogador italiano Montolivo quebrou a perna, após divida numa jogada com o adversário irlandês; ou seja, em jogo que não valia absolutamente nada, por conta de uma disputa, por conta da vontade acime de tudo, Montolivo vai ver a copa do sofá e com gesso na perna.

No último jogo da seleção brasileira, já pela copa do mundo, contra o time da Colômbia, todos ficaram chocados com a falta que o defensor colombiano Zunica fez no craque Neymar, que graças ao lance teve fratura vertebral e está fora do mundial. O jogador colombiano também teve outra entrada forte em lance anterior, em Neymar, e parou a jogada do atacante Hulk, solando seu joelho, o que no mínimo pareceu desleal. E nem cartão amarelo ele recebeu pelas consecutivas faltas!

Salto no vaco com joelhada
técnica do grande Sawamu!
Não dá para julgar se o defensor colombiano foi ou não desleal, mas dá para dizer que suas atitudes foram inconsequentes. As perguntas que eu acredito que caibam nesses episódios, e os casos citados merecem estes questionamentos, são: até que ponto a vontade de vencer legaliza faltas inconsequentes? Até que ponto ainda vale repetir que “o futebol é um esporte de contato”?

Acreditar que “o futebol é um esporte de contato” só favorece o “perna de pau”, o “cabeça de bagre”, favorece somente “o futebol força”, triste de se ver e pior ainda de se torcer. A técnica, que é o que tanto reclamamos que está desaparecendo, sofre por conta dessas crenças idiotas.

Hoje o “perna de pau” tem espaço no futebol graças a crenças como essas. O jogador técnico corre o risco de se lesionar por conta das pancadas que recebe e ainda ganhar a mesma fama que o craque Neymar: de cai-cai. E graças ao “futebol força”, graças à crença de que “o futebol é um esporte de contato”, fim de copa para uns dos melhores jogadores do mundial.

Espero que depois desse fatídico episódio, passemos a questionar até que ponto vale crer que “o futebol é um esporte de contato”. A dupla “perna de pau” e “cabeça de bagre”, que é o que mais existe no futebol atual, torce para que essa ideia nunca seja questionada. Já está na hora de mandar essa dupla, no mínimo, para o banco.


Que o craque se recupere. Que o Brasil seja o campeão!




18/05/2014

Artigo


Do público ao público: a colaboração via Internet como nova forma de produção e consumo de informação



From public to public: internet collaboration as a new way of production and information consumption


Resumo


            No decorrer da história da humanidade, a arte e o conhecimento sempre tiveram suas origens e disseminação em poder das grandes instituições. Nos dias atuais, com o advento e proliferação da Internet, esse cenário vem mudando radicalmente, através das mídias sociais, blogs e sites.    Com essa mudança, grupos de pessoas comuns com os mesmos interesses vêm juntando-se para criar redes culturais colaborativas: artistas em geral, revolucionários, filantropos, jornalistas independentes, todos os tipos de profissionais liberais, ninguém mais depende de um grande veículo ou de um patrocinador. A Internet deu acesso à produção de conteúdo midiático para pessoas tidas como amadoras, em contraponto aos profissionais do ramo. O objetivo deste artigo é entender como se constrói a rede colaborativa de troca de informação, analisando a importância da Internet aos grupos que se reúnem para produzir e propagar informação, arte e cultura. Como principal objeto de estudo, analisamos o caso do Instituto Mundo Mundano, uma rede colaborativa que há seis anos divulga arte, conhecimento e cultura.


Palavras-chave: Internet, Colaboração em Rede, Comunicação, Redes Sociais, Comunidade Virtual.


Abstract


            Throughout human history, art and knowledge have had their origins and power dissemination of large institutions. Nowadays, with the advent and Internet proliferation, this scenario have been changing radically through social media, blogs and websites. With this change, ordinary people groups with the same interests come joining to create cultural collaborative networks: artists in general, revolutionary, philanthropists, independent journalists , all kinds of professionals, no depends on a large vehicle or sponsor. The Internet has access to the production of media content to people seen as amateur as opposed to market industry. The purpose of this article is to understand how to build a collaborative network of exchange of information analyzing the importance of the Internet to groups that come together to produce and disseminate information , art and culture. As the main object of study analyzed the case of the Mundane’s World Institute, a collaborative network that publishes art, knowledge and culture by six years.


Keywords: Internet, Network Collaboration, Communication, Social Networks, Virtual Community.




28/01/2014

Godcard quer seu Gold


Cada um, cada um: se milhares de pessoas que se matam de trabalhar pra pagarem impostos, transporte, remédios, moradia, alimentação, roupa, água, luz, telefone, escola e uma porção de outras prestações, se depois de tudo isso elas ainda querem dar a décima parte do que recebem (estamos falando de salário) para as mais variadas igrejas, religiões, templos ou qualquer outra coisa do gênero, o problema é delas, claro. Elas que “ganham” o dinheiro, elas que façam com ele o que der na telha!

Mas está demais esse NEGÓCIO! Negócio em letras maiúsculas, porque é puro comércio, puro negócio, pura arrecadação de dinheiro.

Essas instituições religiosas não recolhem impostos, o que faz delas uma mina de dinheiro e uma lavanderia a céu aberto, que limpa muita grana ilícita.

O interessante é que colocaram a palavra “Deus” num cartão de crédito, o que o torna totalmente atual, um produto que condiz com os dias de hoje, pois nessa nossa sociedade consumista, só se encontra a paz de espírito é gastando dinheiro.


Deus aliviará seu sofrimento, em suaves prestações a sumir de vista, que podem ser feitas com um simples cartão.



Godcard: onipresente na sua vida, principalmente no comércio!


25/12/2013

São Papai Noel


Personagem criado para as campanhas da Coca-Cola, hoje ele é mito!

Fenômeno da sociedade industrial pós-moderna, o "bom-velhinho" traz paz e alegria para as famílias e ocupa espaço no imaginário infantil junto com o Coelhinho da Páscoa, Fadas, Bruxas...

Sua atual residência é no polo norte, tem milhares de anões como ajudantes, dizem que existe até uma tal de Mamãe Noel, tem um trenó que voa puxado por renas encantadas e distribui presentes para as crianças do mundo todo.

Já fez campanhas de cigarro, arma, perfume, bebida e, claro, de Coca-Cola, mãe idealizadora dessa lenda que perdura e movimenta o mercado de consumo, criando demanda e até empregos!

Impressionante como no passar dos tempos ele adquire mais histórias, filmes, músicas e afins, firmando cada vez mais o mito nessa atual sociedade consumista.

O ser humano é animal simbólico, se prende a signos para atuar frente ao mundo (que ele mesmo inventou, inclusive).

O complicado é que se começa a acreditar, no sentido de crença, em qualquer coisa, até na publicidade.


O capitalismo criou novos templos religiosos: os shoppings centers; e tem, com toda certeza como seu maior símbolo canônico, o Papai Noel, ou melhor, São Papai Noel. 


Campanha de 1937




Outras campanhas em que o bom-velhinho cultiva péssimos hábitos:


 









19/11/2013

Mais desinformação


Mais uma imagem que vive rodando pelo Facebook, com milhares de "curtidas", que não reflete a opinião de quem é retratado:


Cotas? Sim, ele é a favor.

O que me impressiona é de como o pessoal sai replicando a imagem, sem saber se foi realmente o retratado que emitiu tal opinião.

O pessoal consegue ser mais do que desinformado!

Abaixo trechos de uma reportagem onde o Joaquim Barbosa emite sua real opinião sobre as cotas:

     “No Brasil contemporâneo há progressos recentes na promoção do ideário de igualdade de Tiradentes, como é o caso do reconhecimento da desigualdade e da exclusão social histórica de que foi vítima um segmento-chave da comunhão nacional, os negros, fato que levou o nosso STF a chancelar as políticas de ações afirmativas para grupos sociais hipossuficientes em universidades públicas”

     “O princípio da igualdade consiste em tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais na medida em que eles se desigualam”.



Leia a matéria na íntegra:



11/11/2013

Uma fonte de desinformação



Esta imagem do Marco Feliciano, sobre aborto, está circulando no Facebook e me perguntei: será que essa história é verdadeira?


Sobrevivente de aborto? Não, ele não tem qualidade pra isso.

Uma pesquisada rápida no Google e, adivinhem, é mais uma montagem. A imagem verdadeira é esta:


Plagiar o sofrimento alheio, esse é nova!

A história é do cantor italiano Andrea Bocelli, que conta o seu "drama" no vídeo abaixo.





E aí, você acha que ainda deve acreditar de cara na informação que você consome e propaga?


Sempre procure mais de uma fonte de informação.


19/09/2013

Rato-cola é isso aí!


Esse caso da Coca-Cola com rato deu até poesia!


rato na coca
essa não cola
disse a boca
no comunicado

puro descaso
esse é o fato
do rato que rola
engarrafado



A empresa divulgou um comunicado oficial sobre o caso:

Sobre o caso de um consumidor registrado no ano de 2000 e recentemente veiculado na imprensa, a Coca-Cola Brasil esclarece que:

Todos os nossos produtos são seguros e os ingredientes utilizados são aprovados pelos órgãos regulatórios, em um histórico de 127 anos de compromisso e respeito com os consumidores.

Os nossos processos de fabricação e rígidos protocolos de controle de qualidade e higiene tornam impossível que um roedor entre em uma garrafa em nossas instalações fabris.

Lamentamos o estado de saúde do consumidor, mas reiteramos que o fato alegado não tem fundamento e é totalmente equivocada a associação entre o consumo do produto e o seu estado de saúde.

Para saber mais sobre a qualidade dos nossos produtos, utilize nossos canais oficiais de comunicação com o consumidor: 0800 0212121. 




03/07/2013

Quem é Vivo, sempre aparece, mas quase nunca resolve!

     Desde sábado que temos aqui em casa problemas com a internet e com o fone fixo: hora funciona a internet, hora o fone, hora nenhum dos dois. 

     No domingo liguei na Vivo (ex-telefônica) para tentar solucionar o meu problema, passei pela bateira de gravações de sempre e finalmente fui atendido por uma pessoa, que disse que o problema era na rede e que em 48hs um técnico me atenderia em casa, para resolver a questão.

     Por incrível que pareça o técnico veio na segunda-feira, as 09:30hs! Ele testou o moldem, subiu no poste onde tem a caixinha preta do fone fixo, subiu no poste da rua... e disse que o problema era na porta X da central. Ele telefonou, acredito que para tal central, e um minutos estava tudo resolvido! Inacreditável! Pô que atendimento!

     Mas as horas foram passando e ao anoitecer o fone ficou mudo e a internet foi pras pica!

     Torna eu a ligar na Vivo e passar pela porra da bateria de perguntas do robô, até que um ser humano me atende: explico para ele a situação, digo que o técnico veio e fez isso e aquilo e ele me pede que aguarde, pois ele iria realizar um teste na linha para verificar o problema... e lá vem a pérola: "senhor, realizei o teste e constatei que há um fio desencapado na rede, no lado externo de sua residência..." CARALHO! Que máquina será que ele usa para fazer esse teste? Ele, sentado num callcenter, conseguiu fazer um teste e saber que há um fio desencapado do lado de fora da minha casa! Essa foi demais! Acho que esses caras têm uma lista de desculpas esfarrapadas para darem, só isso explica essa resposta esdruxula! 

     Depois ele disse que em 48hs blá, blá, blá... Isso na noite de segunda.

     Terça acontece o bizarro: com o telefone mudo, a internet volta a funcionar! O legal é que ninguém conseguiu explicar como isso foi possível.

     Hoje ligamos pela manhã... bateria de perguntas do robô... explica tudo novamente para o atendente... e que em 48hs....

     OBS: Para as empresas que estão nas redes sociais e que pensam que é só criar um perfil e fazer o que bem entender, está aqui um exemplo a não ser seguido:

Aí vem o Esdruxulo II - A Missão Continua! Minha irmã tentou pedir ajuda via o perfil do twitter da Vivo - @VivoOn - logo esse perfil começa a segui-la e pede a minha irmã que os sigam de volta, para que pudessem ajudar. Minha irmã se recusa a segui-los e, adivinhem? O perfil da Vivo deixa de segui-la e esquece o caso... ou seja, se não segui-los, não há ajuda. Péssimo exemplo de atitude numa rede social.

     Na tarde de hoje apareceram dois técnicos aqui em casa! Olha isso, que incrível! Eles subiram no poste, debateram onde poderia ser o problema, acusaram o moldem, depois o roteador, ligaram para o primeiro técnico que veio aqui na segunda feira, que disse a eles que o problema era na tal porta X da central da casa do cacete... enfim: conseguiram resolver o problema, mas o complicado é que nos disseram que, se caso o problema volte, que ligassem para eles e não para a central da Vivo.

     Nem eles acho que aguentam os robôs perguntadores.

     E acho que eles não resolveram o problema, só pediram para que o problema dê uma volta por aí e, caso o problema bata a minha porta, que entre em contato.

     Fala sério, olha quanta gente envolvida para resolver um problema que, aparentemente, só um resolveria.

     Não sei se falta vontade ou competência ou os dois! Só visitar não resolve, tem que solucionar o problema!






E agora no meu twitter... Eles insistem no erro!



28/04/2013

Isto é decrépito



A foto da capa da Revista Isto É (edição de 01/05/2013) faz uma associação totalmente infeliz: associa o menor criminoso à prática do skate.



Hoje os skatistas brasileiros são referência no esporte, e lutaram muito para conquistar isso. No documentário Vida Sobre Rodas (abaixo) é possível ver a evolução do esporte no Brasil e do respeito adquirido, ao longo dos anos, por seus desportistas.



A foto da Revista Isto É faz lembrar-nos do ex-prefeito alcoólatra Jânio Quadros, que no ano de 1988 proibiu o skate no parque do Ibirapuera, a princípio, logo mais ampliando a proibição para toda a cidade de São Paulo.

Quando algum jovem era pego andando de skate, a polícia o encaminhava à delegacia, o skate era apreendido e os pais do “criminoso” tinham que comparecer para retirá-lo. Parece piada, mas não é.

Numa mão um skate, na outra uma arma; e na cabeça do responsável pela produção da foto, uma infelicidade.

Banner no site www.istoe.com.br/capa

18/03/2013

Direitos ou Deveres Humanos?

Direto: alguém espera que um
outro faça a ele.


Outro dia me deparei no Metrô/SP com esta campanha: Olhe ao Redor.

O adesivo estava logo acima do banco azul, o reservado. Qualquer um faz uma rápida associação: respeite este local, cumpra a lei, ceda o lugar...

A campanha, que propõe às pessoas a olharem ao seu redor, olhar com compaixão para o próximo, é dos governos estadual e municipal de São Paulo, para a promoção dos Direitos Humanos, ou algo assim.

Só que um detalhe me chamou a atenção: a frase diz “Respeito, também é Direitos Humanos”; fiquei na dúvida se respeito é direito ou dever. E pensando sobre, cheguei a conclusão de que respeito não pode ser um direito, deve ser um dever! Deveres Humanos, essa sim é a ideia.

Pense da seguinte maneira: respeito é um direito, ponto. Então saio eu de casa e exijo, porque eu tenho o direito, que as pessoas me tratem com respeito. Vendo por esse lado, todos têm que me tratar bem e todos esperam o mesmo dos outros, ou seja, ninguém faz nada por ninguém, a lei é sempre para que o outro cumpra-a. Acredito que por isso na sociedade impere o desrespeito.

Agora, se respeito fosse um dever: saio eu de casa sabendo que respeito é um dever, então trato bem as pessoas e, tendo a mesma noção que eu, as pessoas também me tratam com decência e aos outros também... Numa lógica espiral e simples, todos se respeitarão.

Isso está longe de acontecer, porque para que isso se torne real é preciso que se tenha o respeito como um valor humano, não como uma atitude que surge da obrigação de uma lei, de um direito que se tem sobre o outro.

Todos nós temos direitos, mas antes temos deveres e enquanto os direitos vierem antes dos deveres, será essa baderna, todo mundo achando que o outro é que tem que cumprir primeiro.

E que se cumpram os DEVERES HUMANOS.


Mais que um direito, respeito é um dever!

Igualdade não se faz com leis, se faz com educação.
Acessibilidade sim, se faz com leis, mas os empresários
estão cagando e andando para isso. Não
gastarão dinheiro para criar acesso a todos.